terça-feira, 29 de novembro de 2011

SARAU DA FE

Quinta-feira, dia 01 de dezembro às 16:30 no café da Livraria Hidelbrando. Todos estão convidados!

domingo, 27 de novembro de 2011

A volta da música nas escolas 07

A volta da música nas escolas 06

A volta da música nas escolas 05

Volta da música nas escolas (daniela Mércuri 3)

A volta da música nas escolas- (Daniela Mércuri 2)

Daniela Mércuri e a volta da música nas escolas

Gabriel o pensador e a volta da música nas escolas

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A beleza da música

“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música
não começaria com partituras, notas e pautas.
Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música.
Aí, encantada com a beleza da música,
ela mesma me pediria
que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas
para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".
Rubem Alves

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Novos sons para a velha orquestra

Quando as imagens fazem a música

Música se faz em todos os lugares

Bateria de rua

Feijoada polifônica: novas sonoridades

Cantores das Filipinas e os sons da selva

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

EDUCANTO

CORAL DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UnB

PRIMEIRA REUNIÃO: 07 DE OUTUBRO DE 2011, SEXTA-FEIRA, ÀS 19:00 NA SALA PAPIRUS

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Como já dizia Vigotski.



Em nosso dia a dia, tudo o que aprendemos é aquilo que buscamos verdadeiramente. Já dizia o sábio Russso, criador da psicologia histórico-cultural, Lev Semionovich Vigotski em seu livro "Criação e imaginação na infância" (traduzido diretamente do idioma russo para o português por Zoia Prestes no Brasil pela editora àtica em 2009), que a nossa imaginação e a nossa criação, funções vitais para que o ser humano possa adaptar-se a cada novo dia que nasce, desenvolvem-se por meio das experiências que cada pessoa tem a oportunidade de vivenciar.
Tais experiências não são de domínio único e exlusivo da escola. Aliás, as experiências que mais fazem sentido para nós. estão em geral fora dessa isntituição. Por que? Será que a escola artificializou a vida por demais? Por que ainda existem muros que separam a escola da vida? Por que a atividade reprodutora, e não a atividade criadora tem maior peso nesse contexto?
As atividades musicais nas escolas devem emergir da própria vida, do que os alunos já vivenciam fora dela. O professor não é a única e inesgotável fonte de conhecimento. É preciso compartilhar experiências se queremos continuar, com qualidade de vida, no seio dessa instituição.
Patrícia Pederiva

Assim se vive, assim se aprende.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Música no ensino médio- aula 5 parte 2

Música no ensino médio - aula 5

Música no ensino médio- aula 4 parte 2

Música no ensino médio - aula 4

Música no ensino médio - aula 3

Música no ensino médio- aula 2

Música no ensino médio- aula 1

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Música na Educação Básica: O novo currículo da "Escola do Cerrado"

SEDF promove a reestruturação da Educação Básica

A subsecretária da SUBEB, Edileuza Fernandes: “Para a reestruturação curricular estamos promovendo um amplo debate com a comunidade escolar”.
O Currículo da Educação Básica da Rede Pública de Ensino está sendo discutido e reformulado por toda comunidade escolar. Para garantir a participação dos profissionais da educação e estudantes estão sendo desenvolvidas diversas estratégias como: a análise diagnóstica do currículo atual pelos professores; a nomeação de Grupos de Trabalho que contribuirão com a sistematização das ideias; a realização de Plenárias Regionais com a participação de representantes das escolas; palestras e estudos orientados nas coordenações pedagógicas durante todo o mês de agosto e atividades que garantam o protagonismo das crianças e adolescentes na discussão do currículo atual e do que será reformulado.

De acordo com a subsecretária de Educação Básica da SEDF (SUBEB), Edileuza Fernandes da Silva, o Currículo da Escola do Cerrado será construído pelos sujeitos que implementam o currículo: professores e estudantes. “Buscamos um amplo debate e propomos uma concepção curricular que rompa com a perspectiva tradicional e prescritiva de conteúdos, mas que não perca os conhecimentos científicos historicamente constituídos pela humanidade de foco. Queremos reunir tanto o saber técnico-científico construído socialmente, quanto os saberes do cotidiano”, explicou a subsecretária.

De agosto a outubro deste ano, Plenárias Regionais serão realizadas com a presença de três representantes por instituição educacional. Como parte das atividades, no dia 10 de agosto haverá um Encontro com os Grupos de Trabalho, na Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (EAPE), nos turnos matutino e vespertino e contará com representantes da Subsecretaria de Educação Básica e do gabinete da secretária de Educação.

A comunidade escolar deve contar com o novo currículo a partir do próximo ano. “Esperamos que, na semana pedagógica, no início do ano letivo de 2012, todos os professores tenham em mãos o currículo, como um documento de identidade da escola pública do DF”, afirmou a subsecretária Edileuza Fernandes.

A estudante, Milena Santos, do 1º ano do Ensino Médio, em Taguatinga, comemorou a possibilidade de participar da reforma curricular. “A escola precisa oferecer conteúdos mais próximos da nossa realidade. Mudanças no currículo serão bem-vindas e podem atrair ainda mais os estudantes”, afirmou.

Confira as datas das Plenárias e as ações para a reestruturação do currículo:
Data/Período
Ações
15 de julho

Nomeação de Grupos de Trabalho por etapa/modalidade. Publicação da Ordem de Serviço nº 04 de 15 de julho de 2011.

Mês de agosto
Estudo de textos para fundamentar a discussão sobre o currículo durante as coordenações pedagógicas.

Mês de agosto
Discussões do currículo com o segmento estudantes, de acordo com a organização de cada escola, conforme Circular nº 101 de 30 de junho de 2011.
3 de agosto
Leitura e discussão do Texto Base e indicação de representantes que participarão das Plenárias Regionais (três representantes por escola).
10 de agosto
Encontro com os representantes dos Grupos de Trabalho, na EAPE, nos turnos matutino e vespertino.
17 de agosto
Plenária Regional – Gama e Santa Maria.
22 a 26 de agosto
Discussão sobre o Currículo da Escola do Cerrado em encontros realizados na EAPE.
24 de agosto
Plenária Regional – Ceilândia e Brazlândia.
31 de agosto
Plenária Regional – Sobradinho e Planaltina.
14 de setembro
Plenária Regional – Plano Piloto, Guará e Núcleo Bandeirante.
21 de setembro
Plenária Regional – Recanto das Emas e Samambaia.
28 de setembro
Plenária Regional – Paranoá e São Sebastião.
5 de outubro
Plenária Regional – Taguatinga.
Ascom



sexta-feira, 22 de julho de 2011

Livro: Sem escola, sem documento

Saiu o livro!
Nele tem um artigo meu e artigos de meu grupo!

Sem escola, sem documento
Elizabeth Tunes (org.)
Versão Impressa
Versão Eletrônica

Formato 14x21 cm Arquivo com 1 Mb
De R$ 35,00 / Por R$ 28,00 R$ 14,00
A escola está em crise? Ou será que a crise está apenas na cabeça daqueles que a criticam? Os textos que compõem este livro examinam essas questões.
156 páginas
ISBN 978-85-7650-299-9
1° edição, 2011.

domingo, 19 de junho de 2011

Guanccha

Kids bodypercussion

Didática da percussão corporal

Percussão corporal infantil

Percussão Corporal com crianças

Percussão Corporal

Jogo musical em sala

Jogo musical

Exercícios de rítmos e melodias

Exercícios de Rítmo

terça-feira, 7 de junho de 2011

Encontro final para apresentação de projetos (3, 4 e 5)

O encontro final de projetos para apresentação coletiva será dia 07 de julho, quinta-feira, de 17:30 às 19:00 na sala FE5 multiuso artes.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

"Não se pode ensinar tudo", diz especialista português

> Portal IG Educação, 23/04/2011
"Não se pode ensinar tudo", diz especialista português
Para Antonio Nóvoa, aprovação de muitos novos conteúdos atrapalha escola no ensino do que é fundamental
Cinthia Rodrigues, iG São Paulo

Doutor em Ciências da Educação pela Universidade de Genebra, na Suíça, e em História por Sorbonne, na França, o atual reitor da Universidade de Lisboa, o português Antonio Nóvoa, é considerado uma referência em ensino e aprendizado. Em suas palestras pelo mundo – e pelo Brasil - tem defendido que os conteúdos excessivos atrapalham o processo por não permitir reflexão e aprofundamento nem das novas disciplinas e nem das que já eram tradicionais. No caso dos novos temas impostos às escolas brasileiras, ele aprova a inclusão de música que julga “estruturante”. No mais, acha que o professor precisa ter formação e liberdade de escolha. Leia entrevista:
iG: Nos últimos anos, o Brasil incluiu mais conteúdos no currículo da escola básica. O que o sr. acha disso?
Antonio Nóvoa: Tudo depende do tipo de conteúdos. Não se pode ensinar tudo. O fundamental é ensinar o que é estruturante na formação de um jovem, o que lhe permite ler e analisar o mundo, o que lhe permite continuar a aprender, o que lhe dá as bases para uma educação pela vida afora.

iG: Entre os que entraram estão cultura africana e educação financeira e, em agosto, música passa a ser obrigatório.
Nóvoa: O conhecimento das culturas do mundo e, sobretudo, a capacidade de estimular o diálogo entre elas é absolutamente fundamental. Uma das grandes missões da escola é ensinar as crianças a se comunicarem umas com as outras. Mas não creio que a cultura africana, ou qualquer outra, devam ser automatizadas. O mesmo se poderá dizer da educação financeira. Situação totalmente distinta é a música. Aqui, sim, estamos perante um conteúdo que é estruturante da educação das crianças e dos jovens. A música é um elemento central da cultura e da formação das novas gerações.

iG: Como Portugal, Europa e o mundo de forma geral lidam com essa equação de ver cada vez mais conteúdos a ensinar?
Nóvoa: Ninguém lida bem com isso. Todos nos queixamos de que os programas e os currículos são excessivamente extensos. Mas todos nos dedicamos a acrescentar dia após dia mais matérias, mais conteúdos, mais disciplinas. É uma insensatez.

iG: O Brasil ampliou o tempo de educação obrigatória, que ia dos 6 aos 14 anos e agora vai dos 4 aos 17 anos. Isso significa criar condições para que todos os conteúdos sejam dados de forma adequada?
Nóvoa: Não. Esse alargamento é muito importante e acompanha as evoluções mundiais. Mas, por si só, não resolve os problemas da organização do currículo, das disciplinas e dos conteúdos a ensinar.

iG: Professores e gestores que recebem a imposição da lei podem agir de que forma para promover a melhor educação possível?
Nóvoa: Não devemos ter quaisquer ilusões. As reformas, os programas, os conteúdos, a pesquisa e a gestão escolar são muito importante. Mas nada substitui um bom professor. É por isso que os professores devem ter uma excelente formação, que lhes permita agir com autonomia e independência, e bom senso, na escolha dos meios pedagógicos e dos conteúdos de ensino. Sem liberdade dos professores não há qualquer possibilidade de melhorar a educação nas nossas escolas

Escolas que já incluem música adotam estratégias diferentes

> Portal IG Educação, 23/04/2011
Escolas que já incluem música adotam estratégias diferentes
Rede estadual do Paraná fez concursos para contratar profissionais capacitados, enquanto São Paulo forma professores de arte
Cinthia Rodrigues e Luciana Cristo, iG São Paulo e Paraná

Apesar dos três anos de prazo para a entrada em vigor da obrigatoriedade do ensino de música, a maioria das redes ainda não fez adaptações. Gestores reclamavam da falta de diretrizes que devem ser anunciadas nas próximas semanas após reunião de representantes do Ministério da Educação com especialistas no assunto. O Paraná é uma das exceções. Por lá o ensino de música ocorre como conteúdo incluído na disciplina de artes, que engloba também artes visuais, teatro e dança. O departamento de Educação Básica orienta o ensino da música com a formação de uma massa crítica e o contato com melodias e harmonias de diferentes culturas. No Colégio Estadual Professor José Guimarães, em Curitiba, a professora de Artes com formação em música, dá continuidade a um trabalho iniciado há dois anos que inclui teoria, marcação rítmica e à contextualização histórico-política de determinadas canções. Os alunos se sentem à vontade tocando músicas populares brasileiras nos mais variados instrumentos. “O principal é ensinar a organização do som. O objetivo não é formar um músico, mas sim que os estudantes saibam apreciar e entender. É abrir o interesse para a área musical”, explica a professora.

Os olhares curiosos e as perguntas demonstram o interesse de estudantes. Para os jovens que já tocavam algum instrumento, a empolgação é ainda maior, como no caso de Fernando Lesniowski e Brunna Karolina de Oliveira Guimarães, ambos de 16 anos. “Eu curto rock, mas a professora também já trouxe baião e samba, por exemplo”, conta Fernando. O aprendizado também é destacado por Marcelo Augusto, de 19 anos. “Já tinha contato com outros instrumentos, mas tocava apenas de ficar olhando as notas musicais. Nunca fui de ficar olhando partitura, que foi uma coisa que nos ensinaram”, disse. Hoje, as aulas são incrementadas com instrumentos musicais fornecidos pela Secretaria de Estado da Educação. Mas os objetos não são considerados imprescindíveis. O governo paranaense informou que desde 2003 houve três concursos públicos para contratação de professores. No entanto, não esclareceu se as contratações foram suficientes.

Na cidade de São Paulo, a música foi incluída nas orientações curriculares de 2008 contemplando ritmos regionais, afro-brasileiros e indígenas. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, até o final do ano passado 24 cursos formaram 1.006 professores em linguagem musical. Porém, a pasta não identificou um trabalho que já estivesse em andamento e servisse como exemplo a ser retratado nesta reportagem.
Há também atividades fora do horário de aula comum como bandas e fanfarras, iniciação musical e apresentações eruditas que são oferecidas nos Centros Educacionais Unificados (CEUs). No Rio Grande do Sul, o governo anterior fez um documento por série detalhando conteúdos musicais e objetivos. A atual Secretaria de Educação, no entanto, diz que nenhuma escola de ensino fundamental e médio adota música nas aulas.

Música é um de sete novos conteúdos obrigatórios nas escolas

> Portal IG Educação, 23/04/2011
Música é um de sete novos conteúdos obrigatórios nas escolas
Conselheiros Nacionais de Educação dizem que só transversalidade das disciplinas permitirá introduzi-los
Cinthia Rodrigues, iG São Paulo

Nos últimos quatro anos foram acrescentados ao currículo da educação básica mais sete conteúdos obrigatórios. Em 2007, uma lei introduziu direitos das crianças e dos adolescentes. Em seguida, em 2008, entrou história e cultura afro-brasileira e indígena. Logo depois, vieram filosofia e sociologia – estas como disciplinas para o ensino médio – e, ainda naquele ano, música. Em 2010, uma emenda somou artes regionais e um decreto estabeleceu educação financeira. Para cada novo componente foi dado um prazo de adaptação válido para escolas públicas e privadas. A obrigatoriedade do ensino de música começa no próximo mês de agosto, mas o Ministério da Educação (MEC) criou apenas este mês um Grupo de Trabalho para estabelecer a metodologia de implantação do conteúdo. Enquanto isso, algumas redes contrataram profissionais, outras investiram em projetos fora do horário de aula e a maioria ainda não se adaptou. Pela lei, não é necessária uma disciplina para música, mas apenas a introdução de conteúdos. Dessa forma, diferentes professores poderiam introduzi-la dentro ou fora do horário de aula. Liane Hentschke, professora de educação musical da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – instituição que é referência na área no País – defende que o mínimo seja um educador com formação específica e equipamentos musicais. “Dá para começar com o laboratório de informática e trabalhar softwares musicais com os quais as crianças já estão habituadas fora da escola, mas é importante ter um professor com consciência dos objetivos e que saiba introduzir outras músicas” afirma, acrescentando que depois de alguns meses também será necessário apresentar instrumentos. “É preciso ter pelo menos aparelho de som, DVD, televisão, instrumentos de percussão, de corda, tambores e chocalhos. Para usar a voz, é preciso um profissional que entenda de canto, não é só cantar”, explica. Ainda assim, ela defende que a música não ocuparia o tempo das disciplinas já existentes, pelo contrário, ajudaria a melhorar a compreensão delas. “Contribui para as capacidades de leitura, comunicação, sociabilidade, ouvir o outro, lógica, interpretação e ainda pode ser uma forma de incluir deficientes diversos”, argumenta.

Solução é integrar - A integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), Clélia Brandão, lamenta que o estabelecimento de obrigatoriedade seja traduzido como um imposição de um componente sem conexão com os demais. “A música é fundamental desde a Grécia antiga e queríamos garantir que ela fizesse parte da formação dos jovens, ela agrega e serve para tornar a escola atraente. Agora vemos redes pensando no que dar de forma isolada, por série ou fora do contexto das outras áreas, isso é um modelo falido”, diz. Para ela, a música deveria integrar turmas diferentes e fazer parte de projetos com conteúdos de várias áreas. “A gente tem sido tradicionalista, tratando o aprendizado como uma série de pedacinhos, isso torna difícil acrescentar algo novo, a sonoridade deveria ajudar a unir e não entrar como outro conteúdo separado”. Ela espera que a equipe formada este ano possa esclarecer este “mal entendido”. “A escola tem que ousar ou estamos perdendo tempo.”

Outro conselheiro, José Fernandes Lima, critica a criação de muitos conteúdos novos. Relator de uma proposta de mudança no ensino médio que daria autonomia às escolas para montar suas grades curriculares, ele diz que os conteúdos devem ser dados de forma integrada e que o próximo passo seria tornar mais difícil a imposição de componentes. “Precisa estabelecer que direitos humanos são conteúdo? E educação a favor da diversidade? São coisas que a escola precisa ensinar pelo exemplo e o tempo todo, casos assim não devem ser colocados como componentes sob o risco de serem tratados apenas na aula específica do assunto.”

terça-feira, 3 de maio de 2011

Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia

 

(...) É no domínio da decisão, da avaliação, da liberdade, da ruptura, da opção, que se instaura a necessidade da ética e se impõe a responsabilidade. (...) Como presença consciente no mundo não posso escapar à responsabilidade ética no meu mover-me no mundo. Se sou puro produto da determinação genética ou cultural ou de classe, sou irresponsável pelo que faço no mover-me no mundo e se careço de responsabilidade não posso falar em ética. Isto não significa negar os condicionamentos genéticos, culturais, sociais a que estamos submetidos. Significa reconhecer que somos seres condicionados mas não determinados. Reconhecer que a História é tempo de possibilidade e não de determinismo, que o futuro, permita-se-me reiterar, é problemático e não inexorável.

(...) É neste sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender."

 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Escola....

Anna Netrebko / A. Dvořák - Rusalka

ОЧИ ЧЁРНЫЕ

- Черные Глаза

Pyotr Leshchenko - Wino Lubwi, 1936

M. Izmajlova -Дорогой длинною

sábado, 30 de abril de 2011

Timbre

¿Cómo escuchamos?

Amplitude sonora 1

Altura do som

Características do Som

Organizando os Sons

A Matemática da música

Matemática e música (parte 1)

Matemática e Música (parte 7)

Matemática e Música (parte 6)

Matemática e Música (parte 5)

Matemática e música (parte 4)

Matemática e Música (parte 3)

Matemática e Música (parte 2)

Logaritmos e Música

El cerebro de los Musicos

Mi Gran Cerebro: pequeño genio de la música (3/3)

Mi cerebro musical (5/5)

Mi Cerebro musical 2/3

Música e Cérebro

A importância da Música

sexta-feira, 22 de abril de 2011

FLADEM

FLADEM

ISME - ECME Blog: 2011 January ECME BLOG 2

ISME - ECME Blog: 2011 January ECME BLOG 2: "ECME BLOG January 17 'The use of music and songs of the culture in early childhood music education'. Singing is a natural way of in..."

ISME - Special Ed., Therapy, Medicine Blog: Music, Science & Medicine: Frontiers in Biomedical...

ISME - Special Ed., Therapy, Medicine Blog: Music, Science & Medicine: Frontiers in Biomedical...: "Friday, March 25, 2011 7:00 AM - 5:45 PM The New York Academy of Sciences Presented by The New Y..."

Children who learn to play a musical instrument more likely to go to college

Children who learn to play a musical instrument more likely to go to college

3rd December 2010 Performance - Song on Peace (By Arthur Gill)

ISME - CMA Blog: Performance at International Day for Persons with ...

ISME - ECME Blog: 2011 January ECME BLOG 2

ISME - ECME Blog: 2011 January ECME BLOG 2: "ECME BLOG January 17 'The use of music and songs of the culture in early childhood music education'. Singing is a natural way of in..."

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Siri Percussão - N`água

Percussão corporal

jogos

Barbatuques Batucadeiros Brasília

Batucadeiros Show: Coisa de Criança (Resumo)

Batucadeiros brincando de Barbatuques

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Mayumana Percussion

Mayumana na rua

Percussão em latas de lixo

Grupo Momentum

MAYUMANA

Ritmo e corpo em grupo

ENTRENAMIENTO AUDITIVO MACARSI.mov

terça-feira, 12 de abril de 2011

Som de bebê

Meu primeiro chocalho

Primeira aula de música

Como fazer um Chocalho

Como fazer flauta de pã com sucata

Tire todas as medidas. Faça o seu kit.

Oficina de Música com Júlio Vasconcelos

Idiofones maiores.wmv

Ensaio com Crianças tocando Idiofones.wmv

PVC Bagpipes

Gaita de bexiga

Improvisações

Acompanhando canções

ompanhamento

Oficina

domingo, 10 de abril de 2011

Music Psychology

Music and the Mind

Music Processing

Music and the Brain: How the mind interprets music

Music and the Brain: The Mind of an Artist

Tubos de mangueira

Ocarina de brócolis

Ocarina de banana

Ocarina de maçã

Flauta de Pan de cenouras

Orquestra de Vegetais

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Baterista de rua

Bateria Improvisada

Bateria de Sucata!

Som na lata

Música de Lata

Construção de Castanholas

Música e reciclagem

Construção de Instrumentos Musicais para Bandinha Infantil

Primeiras atividades musicais na infância