terça-feira, 27 de setembro de 2011

Novos sons para a velha orquestra

Quando as imagens fazem a música

Música se faz em todos os lugares

Bateria de rua

Feijoada polifônica: novas sonoridades

Cantores das Filipinas e os sons da selva

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

EDUCANTO

CORAL DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UnB

PRIMEIRA REUNIÃO: 07 DE OUTUBRO DE 2011, SEXTA-FEIRA, ÀS 19:00 NA SALA PAPIRUS

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Como já dizia Vigotski.



Em nosso dia a dia, tudo o que aprendemos é aquilo que buscamos verdadeiramente. Já dizia o sábio Russso, criador da psicologia histórico-cultural, Lev Semionovich Vigotski em seu livro "Criação e imaginação na infância" (traduzido diretamente do idioma russo para o português por Zoia Prestes no Brasil pela editora àtica em 2009), que a nossa imaginação e a nossa criação, funções vitais para que o ser humano possa adaptar-se a cada novo dia que nasce, desenvolvem-se por meio das experiências que cada pessoa tem a oportunidade de vivenciar.
Tais experiências não são de domínio único e exlusivo da escola. Aliás, as experiências que mais fazem sentido para nós. estão em geral fora dessa isntituição. Por que? Será que a escola artificializou a vida por demais? Por que ainda existem muros que separam a escola da vida? Por que a atividade reprodutora, e não a atividade criadora tem maior peso nesse contexto?
As atividades musicais nas escolas devem emergir da própria vida, do que os alunos já vivenciam fora dela. O professor não é a única e inesgotável fonte de conhecimento. É preciso compartilhar experiências se queremos continuar, com qualidade de vida, no seio dessa instituição.
Patrícia Pederiva

Assim se vive, assim se aprende.